16 agosto 2010

Ultimamente eu não tenho tido inspiração para escrever a respeito de nada. Nadica de nada. Mas hoje me bateu uma súbita vontade de escrever sobre algo, mas curiosamente, eu não faço a mínima ideia sobre o que escrever.
Tive vontade de escrever sobre o amor, que é uma coisa universal, mas não tenho ideia mais sobre o que falar dele. Pois eu estou passando por um momento difícil, terminei um namoro (ou um quase namoro), conheço pessoas que me chamam a atenção, mas agora esse sentimento além de chamar a minha atenção, de me fascinar... agora também me dá medo.
Poderia escrever sobre a política do nosso país, mas... eu não entendo absolutamente nada de política... é um assunto que não me interessa, e eu nem sei quem está disputando a presidencia.
Eu poderia escrever sobre a arte, sobre a literatura, o teatro, a música, o cinema. Sobre os filmes que eu gosto, as músicas que eu mais amo, os atores apaixonantes (Johnny Depp, perfeitamente), mas isso tomaria muito tempo, e eu não quero cansar a sua leitura, pois se você se cansasse no meio, não chegaria ao final, e perderia o que tem de mais fascinante em um texto.
Eu também poderia escrever sobre outras coisas, sobre o mundo, se eu quisesse... Mas nada me vem nessa mente, nada me passa pela cabeça, que seja um assunto excelente a se tratar, com alguém como os leitores, você, vocês, que irão desfrutar da minha literatura confusa, e louca.
Então, decidi que vou escrever sobre o simples ato de escrever... como os dedos dançando sobre as teclas do teclado, como numa música. Mas, além de minhas observações, acabo percebendo, que tudo que eu escrevi, ou ainda escrevo, se tornou um texto, pelo fato de não ter inspiração para escrever sobre nada, e me deixar num vazio, que na verdade, estava ocupado de ideias que nem eu mesma suspeitei que teria.

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