22 julho 2012

É preciso se acalmar... por que tanta inquietude? Respirar lenta... lentamente. Ouvir tudo que o corpo tem a dizer, a dizer a ti. Deixe-me dizer a ti porque ando tão inquieta. Só quero a calma, a calma que me trás. A calma que me trás saber que a inquietude vai embora uma hora, isso me acalma.
Os olhos, talvez... talvez os olhos não se percam mais de vista, talvez mudem a vista para um outro ponto. Ponto de paz, a paz que me inquieta. O ponto. O ponto onde quero chegar, chegar logo ao ponto. Meu ponto de partida, voltei atrás, regredindo, me agitando, perdendo o foco, perda da visão. Minha visão anda embaçada, meu foco é desfocado, isso me inquieta. Voltei onde parti. Voltei ao ponto do qual quero me desapegar.
O desapego sempre foi amigo, meu apego. Que me ajude a me desapegar dessa inquietude, e me faça apegar na calma que me trás saber que tudo isso um dia acaba.

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