Achei no meio de algumas coisas e bagunças do meu quarto, um pequeno texto que escrevi há um tempo. É engraçado ver a linha de raciocínio, e foi por isso que resolvi postá-lo, só para guardar. E ele começa assim:
Somos peças de uma máquina chamada Sociedade, movida basicamente por trabalho escravo. Sim, isso mesmo, trabalho escravo de pessoas que não percebem, ou se percebem, fingem que não veem, com medo de algo, enganando a si mesmas. De que adianta o livre arbítrio, se o mesmo vem com manual de como usar, e até mesmo onde é aceito? Nos encontramos em uma prisão sem grades, a céu aberto, em um lugar muito pior, sem poder se esconder, fugir, vivendo sempre a mesma rotina com pessoas, todas iguais.
Ninguém está livre disso. Eu não estou, você não está, ele não está... é um ciclo. As pessoas dependem de máquinas para se comunicar umas com as outras em um raio de quatro metros, é ridículo. Vivendo em uma dimensão alternativa, alienadas, jurando que vivem na realidade.
Já pensou em parar e ler um livro, talvez escrever uma carta? Sair por aí com um sorriso no rosto e ver se isso contagia o resto do mundo? Dê um pingo de cor, viva mais, quebre regras as vezes, mostre que a vida é muito mais que uma rotina imposta. Dê um motivo para acreditarmos em algo.
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