Pois é... e o que o mundo é? O que quer que eu seja? Talvez não sejamos absolutamente nada e alguém nos diz que podemos ser o que quisermos. Dê-me pernas, ou então me mostre o caminho, já percebo que não sei caminhar sozinha.
Então preciso de ajuda? Todos precisam. Precisam de independência. Tudo depende de algo, será possível a autonomia? Autônomo... ninguém consegue se virar.
E metas? Como é seguir sem metas? O sonho já não sustenta o peso do corpo que se joga, que joga os problemas. Problemático é pensar que já não se pensa sozinho. Ou quem sabe eu jogue as responsabilidades dos meus atos em quem não participa da história. Confusão.
Confusão é melodia de quem não entende o que se vê. E o que eu vejo? Já não sei. Não sei de nada que desejo.
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