19 julho 2013

Olhe em volta agora
O que é que tem nessa
História
Que lhe faz bem?
Talvez seja a forma dada
Em toda poesia encontrada
Que aqui contém

Tudo se transforma em lágrimas
Pranto, água pura
Crava a pele
Nasce amor na alma
Afunda
Perdendo-se castanhos
Em uma profunda calma

O coração que cala, sente
Consente a fala muda
Da solidão
Melhor calar-se em beijos
Um silêncio e aconchego
Deitados no mesmo
Chão

Tudo se transforma em lágrimas
Pranto, água pura
Crava a pele
Nasce amor na alma
Afunda
Perdendo-se castanhos
Em uma profunda calma

A razão escrava
De uma mente livre
De amarras sem fazer
Um nó
Traga o laço, abraço
Abraçando-se tornando
Um
Sem ser só

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