26 julho 2013

Há ideias insanas espalhadas pelo mundo, espalhadas pelas mentes. Talvez minha insanidade tenha sumido, levando consigo a poesia - traga-a de volta, não sou nada sem ela.
Não há vantagens em ficar sóbria de ideias, encontro-me em um estado de abstinência. Embriague-me de sonhos, não somos nada sem os mesmos. Os mais belos pesadelos, sinto falta da infância, da inocência. Do contato com o mundo do qual a idade nos priva.
Psicografo ideias mortas e ainda sim tão vivas dentro de mim. Minha lucidez se desfaz com a verdade; há verdade absoluta? Verdades geradas por mentiras, saídas de seu ventre.
A insanidade volta, embriago-me de histórias. A realidade é relativa, o tempo está ao contrário. Veja o contraponto.

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