Não gosto que me chamem de sentimental. Mesmo que seja verdade. Simplesmente não gosto.
Não gosto de ser carente, ninguém gosta de pessoas carentes. Eu não gosto de pessoas carentes, logo, não gosto de ser carente. A carência mostra o sentimentalismo da pessoa. Não gosto de ser sentimental, repito.
Existem as pessoas sentimentais, existem as pessoas racionais. Admiro a razão, mesmo. Gosto de pessoas racionais. Tudo bem, não é totalmente verdadeira essa afirmação, mas gosto da razão. Eu busco a razão, o tempo todo.
Engraçado, eu penso. Calma, deixe-me explicar melhor essa minha afirmativa. Eu penso, o tempo todo. Sim, isso é meio óbvio, devido a que as pessoas costumam pensar o tempo todo. Prosseguindo com a explicação, deixe-me tentar explicar mais uma vez a minha afirmativa. Eu penso o tempo todo sobre tudo. Melhorou, espero. Bem, por mais que eu seja sentimental, carente, não sou impulsiva. Tudo bem, talvez eu seja um pouco, mas são em pequenos aspectos. Em geral, não sou impulsiva, eu penso, o tempo todo, sobre tudo. Gosto de pensar. Não gosto de demonstrar meu sentimentalismo. Não consigo esconder meu sentimentalismo, mas não gosto de mostrá-lo. Sou vulnerável a tudo quando estou no auge do sentimentalismo.
Gosto da ironia. Sim, eu realmente gosto da ironia. Ironia é algo que eu realmente gosto. Pois é, que coisa não? E gosto de piadas. Piadas são legais. Não gosto de chorar na frente das pessoas. Não gosto que saibam que choro. Não gosto que vejam meu sentimentalismo. Gostaria de ser mais racional.
A ironia é boa, gosto de ironia. As piadas também. Não sou boa em contar piadas, mas ser engraçada em alguns momentos é bom. Piadas e ironia são coisas boas. Talvez. Não sei. Nem todo mundo acha. Isso é apenas a opinião de uma pessoa. Pois é. Em geral, eu penso, o tempo todo, sobre tudo.
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